Finalmente eu estava a entrar numa onda depressiva, que pelo menos dava frutos a nível social.
Era tão depressiva que ficava sozinha no meu canto, sem chatear ninguém.
E agora, quero voltar a ser depressiva, quero sofrer no meu auto infligido martírio, sem incomodar ninguém.
E nem me vejo confrontada com dramas de psicose grave.
Hoje, deu-se isto tudo dentro de mim em diálogo interior conflituoso tipicamente esquizofrénico:
Sonhar porquê? Porquê se não vai resultar? O que é que tu amanhã vais lá fazer? Que esperança é essa parva que tens no peito se já sabes que és PERITA, profissional de alta competição a fazer as coisas não resultar? Se tu afinal és uma sabotadora de relações?
Ouve, a história tem aquela mania parva de se repetir, principalmente a TUA história. Basta olhares para trás. Se não resultou com nenhum dos anteriores vai resultar com este que é bem melhor que os outros todos juntos porquê?
Bah.
Pá, deixa-me em paz. Amanhã vou porque sim e porque quero. Tentar não custa. A esperança é a última a morrer. Desistir e baixar os braços na minha demanda pelo amor não é opção. A alternativa qual é? Contentar-me com um gajo qualquer ou morrer sozinha numa casa cheia de gatos?
23 May 2008
22 May 2008
la crème de la crème lisboeta
Não gosto de ser pretenciosa, presunçosa e snobe, mas sou.
Venho dizer que pertenço a uma classe superior e restrita que se auto exclui de uma sociedade enfadonha, movida pela roda da inércia social.
Somos pessoas raras, sinceras, cultas, lindas e cheias de estilo, divertidas e apaixonadas por viagens e pela vida, mas não da típica forma de rota turística convencional, massiva e impessoal. Localizamo-nos na área de Lisboa, Grande Lisboa, e Arredores.
E eu faço parte dela, percebe-se isso facilmente lendo uma qualquer revista de cultura urbana, indo a um evento fantástico, ou numa breve mas certeira tour pelo myspace.
Venho dizer que pertenço a uma classe superior e restrita que se auto exclui de uma sociedade enfadonha, movida pela roda da inércia social.
Somos pessoas raras, sinceras, cultas, lindas e cheias de estilo, divertidas e apaixonadas por viagens e pela vida, mas não da típica forma de rota turística convencional, massiva e impessoal. Localizamo-nos na área de Lisboa, Grande Lisboa, e Arredores.
E eu faço parte dela, percebe-se isso facilmente lendo uma qualquer revista de cultura urbana, indo a um evento fantástico, ou numa breve mas certeira tour pelo myspace.
My new found prince. - não me consigo conter!
Não vai resultar. É melhor tirar este sorriso estúpido da cara.
Relações em que uma das partes está apaixonada de antemão, nunca resultam. Relações em que chego ao ponto de falar dele à minha mãe, com o nome verdadeiro e fotos ilustrativas e discursos incoerentes onde o chamo de príncipe, e danço e canto e estremeço de calor e estou feliz por conspirações cósmicas, não resultam.
Relações em que o bichinho na barriga não me deixa dormir à noite e em que começo a dizer coisas tipo "o bichinho na barriga", simplesmente não resultam.
Realizar o meu sonho seria bom demais, demais para ser verdade.
No entanto, fico-me pela fantasia e com Joss Stone.
Mas não consigo, é um sorriso rasgado que me persegue.
Porque o conheci.
Porque ainda não fiz nada de errado.
Porque desta vez fui com calma.
Porque existe uma pontinha ínfima de esperança que me persegue naquele atravessar de estrada.
Porque existe uma pontinha ínfima de esperança que me persegue em como o encontrarei este sábado.
Porque ainda não se tornou complicado.
Porque mesmo que não se concretize, o sentimento basta-me.
Aliás, espero que não se concretize!
=D (é este o tipo de sorriso.)
"- Ai, agora já estás apaixonada pelo jornalismo? Está bem...", citando a minha mãezinha, a coisa mais fofa deste mundo.
(Para finalizar, não há cliché como um bom cliché honesto.
Como tal, é esta a música que tenho ouvido constantemente o dia inteiro em repeat constante:
Joss Stone, "baby, baby, baby")
Relações em que uma das partes está apaixonada de antemão, nunca resultam. Relações em que chego ao ponto de falar dele à minha mãe, com o nome verdadeiro e fotos ilustrativas e discursos incoerentes onde o chamo de príncipe, e danço e canto e estremeço de calor e estou feliz por conspirações cósmicas, não resultam.
Relações em que o bichinho na barriga não me deixa dormir à noite e em que começo a dizer coisas tipo "o bichinho na barriga", simplesmente não resultam.
Realizar o meu sonho seria bom demais, demais para ser verdade.
No entanto, fico-me pela fantasia e com Joss Stone.
Mas não consigo, é um sorriso rasgado que me persegue.
Porque o conheci.
Porque ainda não fiz nada de errado.
Porque desta vez fui com calma.
Porque existe uma pontinha ínfima de esperança que me persegue naquele atravessar de estrada.
Porque existe uma pontinha ínfima de esperança que me persegue em como o encontrarei este sábado.
Porque ainda não se tornou complicado.
Porque mesmo que não se concretize, o sentimento basta-me.
Aliás, espero que não se concretize!
=D (é este o tipo de sorriso.)
"- Ai, agora já estás apaixonada pelo jornalismo? Está bem...", citando a minha mãezinha, a coisa mais fofa deste mundo.
(Para finalizar, não há cliché como um bom cliché honesto.
Como tal, é esta a música que tenho ouvido constantemente o dia inteiro em repeat constante:
"Baby, baby, baby
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
I can't live without your lovin
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
I can't wait to see your face everyday
I can't explain the way I feel when I'm around you
There's a space in my heart that belongs to only you
And no one else in this world comes close to you
Do you understand what I'm saying
Do you understand me
Got a thing for you and I'm not playing
It's something I need to know
Baby, baby, baby
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
I can't live without your lovin
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
I can't live without your lovin
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
I can't imagine how my life would be without you
Oooo
I don't know if I'd survive another day
Oooo
No pressure but I'd love to keep you safely
Promise me it's real
And that you would never fake it
Do you understand what I'm saying
Do you understand me
Got a thing for you and I'm not playing
I'm not playing
I'm not playing
Baby, baby, baby
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
I can't live without your lovin'
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
I can't live without your lovin'
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
Love me baby, love me baby
Nothing else don't matter
Your love is all I'm after
Ooh I need to have ya
I don't need no other man
You're the one my heart demands
I'm your girl
You're my world
Please don't let me down
Don't let me down
Tell me do you really love me
Baby, baby, baby
Will you always be there for me
Baby, baby, baby
I can't live without your lovin'
Baby can't you see
Baby, baby, baby
Tell me do you love me now
Gotta let me know that you love me so"
Joss Stone, "baby, baby, baby")
My monster is human - não me consegui conter!
É mesmo.
"I like my man real."
Gosto dos meus homens reais, monstros se for necessário.
Com pêlos a sério, barba mal cortada. Cobardes, ignorantes, anti-heróis no seu sentido mais lato.
Convencionalmente feios, desprezáveis por excelência.
Gosto dos meus homens como eu, reais.
Por isso é que me apaixono diariamente :)
"I like my man real."
Gosto dos meus homens reais, monstros se for necessário.
Com pêlos a sério, barba mal cortada. Cobardes, ignorantes, anti-heróis no seu sentido mais lato.
Convencionalmente feios, desprezáveis por excelência.
Gosto dos meus homens como eu, reais.
Por isso é que me apaixono diariamente :)
Beleza e Substância. Ó Meu Deus! Afinal pode ter-se Tudo. É esta a razão da imagem renovada do meu espaço virtual. Nunca fui boa a ambicionar pouco.
Sou capaz de me apaixonar por ti num piscar de olhos.
Se calhar já o fiz.
É como a Rita diz, basta convencer-me disso e construir uma imagem idílica de ti.
Se calhar já o fiz.
Mas não mereces um post. Ainda.
Se calhar já o fiz.
É como a Rita diz, basta convencer-me disso e construir uma imagem idílica de ti.
Se calhar já o fiz.
Mas não mereces um post. Ainda.
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