"Chumbar com 9 é como passar com 10, são só números"
Exacto.
Pergunto-me porquê que mantemos relações amor-ódio, se elas são auto-destrutivas.
E principalmente, pergunto-me porquê que elas são mais duradouras das relações amor-amor, ou das amor-amor recíproco, e onde é que o respeito entra (de forma indissociável) nas relações amor-ódio. Porquê que o ódio, a frieza, e o desprezo obrigam-nos a respeitar uma pessoa? Não é irónico e paradoxo? Não deveríamos respeitar quem mais amamos de forma continuada?
23 January 2008
17 January 2008
too late for (re)solutions
Eu sei que mais é menos, e que só deveria escrever quando tenho algo para dizer. Pseudo postagens e pseudo acontecimentos é algo que não existe na minha vida, não há espaço nela, por entre todo o seu lixo, mais lixo é coisa que não necessito.
Mas sinto que tenho algo a dizer. Daí a defini-lo é outra coisa.
Sinto-o na dor de ter uma cama vazia, e lençóis de papel, e cabelo curto... É a mesma sensação que tenho ao acordar antes de o despertador tocar, porque o meu corpo ressente a nicotina ou - ainda mais transcendente - porque tenho um pressentimento que não se deixa ignorar.
Mas desta vez, o que é? Sim, o que é? Basta de noites mal dormidas, basta de doces que nunca me vão curar. Basta de ser vítima, basta de chorar este luto que dura um ano. Uma merda de um ano. Um ano que foi tudo. Tudo...
Agridoce, principalmente.
Um ano que me obrigou a questionar tudo o que sou, tudo o que tenho, tudo o que desejo.
Um ano que me pareceu um pestanejar e que me parece ainda por acabar. Um ano que durou uma epifania.
A culpa é dos filmes. Sim, e das séries da Fox. Sem elas eu não sentiria tanto a tua falta Sérgio, sem elas... eu seria muito mais do que sou agora mas metade do que alguma vez serei. Porque se a dor existe é para nos lembrar que não somos invulneráveis, nem desprovidos de peso, nem imortais.
E digo-o. Digo o teu nome para que ele perca a sua importância, para que seja só um nome.
Mas sinto que tenho algo a dizer. Daí a defini-lo é outra coisa.
Sinto-o na dor de ter uma cama vazia, e lençóis de papel, e cabelo curto... É a mesma sensação que tenho ao acordar antes de o despertador tocar, porque o meu corpo ressente a nicotina ou - ainda mais transcendente - porque tenho um pressentimento que não se deixa ignorar.
Mas desta vez, o que é? Sim, o que é? Basta de noites mal dormidas, basta de doces que nunca me vão curar. Basta de ser vítima, basta de chorar este luto que dura um ano. Uma merda de um ano. Um ano que foi tudo. Tudo...
Agridoce, principalmente.
Um ano que me obrigou a questionar tudo o que sou, tudo o que tenho, tudo o que desejo.
Um ano que me pareceu um pestanejar e que me parece ainda por acabar. Um ano que durou uma epifania.
A culpa é dos filmes. Sim, e das séries da Fox. Sem elas eu não sentiria tanto a tua falta Sérgio, sem elas... eu seria muito mais do que sou agora mas metade do que alguma vez serei. Porque se a dor existe é para nos lembrar que não somos invulneráveis, nem desprovidos de peso, nem imortais.
E digo-o. Digo o teu nome para que ele perca a sua importância, para que seja só um nome.
02 January 2008
A nostalgia da idade.
Finalmente sinto-me bem na pele que visto.
2007 vai ser difícil de superar, e agora que vejo as pastas do meu computador, dá-me a nostalgia nas linhas da dúvida de bater esses momentos. Foi um ano que acabou bem e começou mal. O último trimestre foi fantástico, os últimos 15 dias inesquecíveis. Perdi-me e reencontrei-me apenas no espaço de um ano mais de um milhão de vezes. E o Nazi... não quero falar do Nazi. Não vou fazer um retrocesso do meu ano porque seria demasiado catártico. Demasiado piroso.
Agora vêm as responsabilidades, arcar com aquilo que trago do ano anterior. Mas faço-o com orgulho. Com coragem e um sorriso. Sou filha do mundo, mãe da nostalgia. Criança... aterrada por crescer. Não quero que o tempo passe! Não quero ficar velha. Deixem-me viver para sempre ou morrer jovem. Das duas uma, o intermédio é que não. Nunca.
- Aquele beijo no Casino Estoril
- Aquele Moda Lisboa
- Aquele Fim do início
- Aquele Início de TUDO, início de mim
- Aquelas amizades
- Aquela viagem a Milão
- Toda a irresponsabilidade dos dias de salada
- Toda a euforia de cada primeiro beijo
- Todos os desconhecidos que conheci
- Todos os homens e mulheres que amei
- Toda a sinceridade que consegui atingir
- Todos os sarcásmos, todos os dias, todos os sonhos
2007 vai ser difícil de superar, e agora que vejo as pastas do meu computador, dá-me a nostalgia nas linhas da dúvida de bater esses momentos. Foi um ano que acabou bem e começou mal. O último trimestre foi fantástico, os últimos 15 dias inesquecíveis. Perdi-me e reencontrei-me apenas no espaço de um ano mais de um milhão de vezes. E o Nazi... não quero falar do Nazi. Não vou fazer um retrocesso do meu ano porque seria demasiado catártico. Demasiado piroso.
Agora vêm as responsabilidades, arcar com aquilo que trago do ano anterior. Mas faço-o com orgulho. Com coragem e um sorriso. Sou filha do mundo, mãe da nostalgia. Criança... aterrada por crescer. Não quero que o tempo passe! Não quero ficar velha. Deixem-me viver para sempre ou morrer jovem. Das duas uma, o intermédio é que não. Nunca.
- Aquele beijo no Casino Estoril
- Aquele Moda Lisboa
- Aquele Fim do início
- Aquele Início de TUDO, início de mim
- Aquelas amizades
- Aquela viagem a Milão
- Toda a irresponsabilidade dos dias de salada
- Toda a euforia de cada primeiro beijo
- Todos os desconhecidos que conheci
- Todos os homens e mulheres que amei
- Toda a sinceridade que consegui atingir
- Todos os sarcásmos, todos os dias, todos os sonhos
05 December 2007
ámen.
"Podemos mudar os axiomas que nos regem se pensarmos que também eles são moldáveis. É fácil quando não nos preocupamos em ser coerentes."
Sisi
Sisi
03 December 2007
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